Terremoto na Colômbia deixa ao menos 224 mortos e mais de 3 mil desaparecidos

Equipes de resgate seguem procurando sobreviventes após forte terremoto que devastou cidades colombianas.

A Colômbia vive uma das maiores tragédias naturais de sua história recente após o terremoto de magnitude 7,4 que atingiu o oeste do país na última segunda-feira (10). O mais recente balanço divulgado pelas autoridades aponta 224 mortes confirmadas, mais de 570 feridos e mais de 3 mil pessoas desaparecidas, enquanto as operações de resgate continuam nas áreas mais atingidas.

O tremor provocou o desabamento de edifícios, destruiu residências e comprometeu hospitais, escolas e outras estruturas públicas. As cidades de Cali, Pereira, Manizales e Quibdó estão entre as mais afetadas, com bairros inteiros reduzidos a escombros.

Buscas continuam

Milhares de socorristas, bombeiros, militares e voluntários seguem mobilizados na tentativa de localizar sobreviventes. Em diversos pontos, as equipes trabalham manualmente e com auxílio de cães farejadores, drones e equipamentos especializados para remover os escombros.

As autoridades informam que o número de vítimas pode aumentar nas próximas horas, já que muitas pessoas continuam desaparecidas e ainda existem regiões de difícil acesso devido aos danos provocados pelo terremoto.

Estado de emergência

O governo colombiano decretou estado de emergência nacional para agilizar o envio de recursos às áreas atingidas.

Além das perdas humanas, milhares de famílias ficaram desalojadas após terem suas casas destruídas ou interditadas por risco de desabamento. Também foram registrados cortes no fornecimento de energia elétrica, interrupções nas comunicações e danos à infraestrutura viária e aeroportuária.

Ajuda internacional

Diversos países e organismos internacionais anunciaram apoio à Colômbia com envio de equipes de resgate, ajuda humanitária, equipamentos e recursos para auxiliar no atendimento às vítimas e na reconstrução das áreas afetadas.

Especialistas classificam o terremoto como um dos mais fortes registrados na Colômbia nas últimas décadas e alertam para a possibilidade de novas réplicas, mantendo o estado de atenção em diversas regiões do país.

Fonte: Portal Nosso Dia

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