Um sargento do Exército que integra a equipe de apoio e segurança do ex-presidente Jair Bolsonaro foi abordado durante uma blitz em Brasília enquanto transportava uma arma de fogo registrada em nome do ex-chefe do Executivo.
A ocorrência aconteceu nesta segunda-feira (15) e foi comunicada ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que solicitou esclarecimentos à defesa de Bolsonaro e aos responsáveis pelo controle de acesso à residência onde o ex-presidente cumpre prisão domiciliar.
De acordo com as informações divulgadas, o militar identificado como Estácio Leite da Silva Filho informou aos agentes que transportava a arma para a realização de reparos e manutenção.
Militar integra equipe de apoio ao ex-presidente
Estácio faz parte da equipe de assessoria e segurança disponibilizada a ex-presidentes da República, benefício previsto para ex-ocupantes do cargo após o término do mandato.
Natural de Paranaguá, no litoral do Paraná, o sargento possui uma longa trajetória nas Forças Armadas. Ao longo da carreira, participou de missões internacionais de paz em países como Timor-Leste e Haiti.
Nos últimos anos, passou a integrar a equipe que acompanha Jair Bolsonaro em compromissos oficiais e atividades após o encerramento do mandato presidencial.
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Pedido de esclarecimentos
Após a abordagem, o caso chegou ao conhecimento do STF. O ministro Alexandre de Moraes determinou que fossem prestadas informações sobre as circunstâncias do transporte da arma e os procedimentos adotados pela equipe responsável pela segurança do ex-presidente.
Segundo as informações divulgadas, o militar conduzia um veículo oficial quando foi parado na fiscalização. Durante a abordagem, ele teria informado atuar junto à estrutura de segurança vinculada ao ex-presidente.
Até o momento, não há informações sobre eventual responsabilização criminal relacionada ao caso. A situação segue sendo analisada pelas autoridades competentes.
📍 Fonte: Portal Nosso Dia



