A ginasta Júlia Soares, de Curitiba, segue somando conquistas ao esporte paranaense e brasileiro. Após brilhar com a medalha de bronze por equipes nas Olimpíadas de Paris 2024, Júlia voltou a subir ao pódio neste fim de semana (07), durante o Campeonato Brasileiro de Ginástica Artística, realizado em Recife (PE).
Desta vez, Júlia conquistou o ouro no solo, prata por equipes e bronze na trave, consolidando-se como uma das principais atletas da modalidade no país.
Formação paranaense de excelência
Júlia, de 20 anos, começou a treinar aos quatro anos no Centro de Excelência de Ginástica do Paraná (Cegin), localizado em Curitiba. Atualmente defende o Clube Pinheiros, de São Paulo, mas teve sua base técnica e esportiva formada no Paraná, com apoio direto do programa Geração Olímpica e Paralímpica (GOP) — do qual foi bolsista por oito edições.
O Cegin, onde Júlia deu os primeiros passos, funciona em estrutura vinculada à Secretaria de Estado do Esporte e é referência nacional no desenvolvimento da ginástica artística.
Geração Olímpica e Paralímpica impulsiona talentos
O GOP está em sua 14ª edição e é considerado o maior programa estadual de bolsa-atleta do Brasil, com investimento de R$ 5,2 milhões nesta edição — custeado com recursos da Copel. Neste ciclo, o programa prevê a concessão de 1.226 bolsas para atletas e técnicos.
Entre as novidades está a “bolsa medalhista”, destinada a atletas que conquistaram medalhas nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Paris, como é o caso de Júlia Soares. O objetivo do programa é tornar o Paraná um polo esportivo nacional, valorizando os talentos desde a base até o alto rendimento.
Júlia é exemplo do sucesso paranaense no esporte
A trajetória de Júlia Soares é símbolo do acerto das políticas públicas voltadas ao esporte de base no Paraná. Com apoio contínuo, estrutura técnica e incentivo à permanência no esporte, atletas como ela elevam o nome do estado nos pódios nacionais e internacionais.



