As buscas pelo menino Arthur da Rosa Carneiro, de apenas 2 anos, entraram no quinto dia consecutivo nesta segunda-feira (13), em Tibagi, na região dos Campos Gerais do Paraná. O caso mobiliza bombeiros, policiais, voluntários e a comunidade local, que seguem sem pistas concretas sobre o paradeiro da criança.
Arthur desapareceu na manhã da última quinta-feira (9), por volta das 7h30, enquanto brincava na área externa de casa, na Rua Cornélio Frederico Geus, próximo ao Mirante do Rio Tibagi. Ele vivia com a mãe, a avó e três tios. Segundo os familiares, o menino teria sumido em poucos minutos, e desde então nenhuma testemunha confirmou tê-lo visto.
Linhas de busca e principais descobertas
As equipes de resgate concentram as buscas em uma extensa área de mata e nas margens do Rio Tibagi, que fica a cerca de 500 metros da casa da família. Uma mamadeira, identificada como sendo de Arthur, foi encontrada próximo ao rio logo no primeiro dia de buscas — o que levantou a hipótese de que ele pudesse ter caído na água.
Entretanto, familiares acreditam que o menino possa ter sido sequestrado, uma vez que ele não tinha o costume de sair de casa sozinho. “Arthur não se afastava, sempre brincava perto de nós”, afirmou a avó em desabafo nas redes sociais.
As operações contam com o uso de drones com câmeras térmicas, cães farejadores e sonares subaquáticos, além de equipes da Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Polícia Civil, Defesa Civil e voluntários. O clima instável e as chuvas fortes dos últimos dias dificultaram o trabalho das equipes.
Esperança e mobilização
A Polícia Civil também acionou o Amber Alert Brasil, sistema que emite notificações sobre desaparecimentos infantis em um raio de até 160 km, ampliando a mobilização popular e a chance de novas pistas.
Apesar do desgaste emocional, familiares e voluntários continuam firmes nas buscas. “Não vamos parar até encontrar o Arthur”, disse um dos tios em entrevista à imprensa local.
Até o fechamento desta matéria, nenhuma nova evidência havia sido encontrada, e as investigações continuam sob sigilo.
📍 Fontes: RIC Mais, Notícias de Curitiba, Polícia Militar do Paraná, Defesa Civil do Paraná.



