Mandado de prisão contradiz nota da defesa de Alexsandro Batista Licio

Documento do TJPR confirma ordem de captura do professor de capoeira válida desde 18 de outubro

O Montanha Talks obteve, na manhã desta sexta-feira, cópia oficial do Mandado de Prisão Temporária expedido contra Alexsandro Batista Licio, documento assinado digitalmente pelo Poder Judiciário do Paraná. A existência do mandado contradiz diretamente a nota emitida ontem pela defesa, que afirmava não haver qualquer ordem de prisão em vigor.

O mandado foi expedido pelo Plantão Judiciário de Matinhos, no processo nº 0004153-02.2025.8.16.0189, e determina a prisão temporária pelo prazo de 30 dias. O documento aponta que a medida foi decretada com base no artigo 1º, I e III, da Lei 7.960/1989, e faz referência ao artigo 217-A do Código Penal, que trata de crimes sexuais envolvendo vulneráveis.

Mandado determina prisão imediata

O documento estabelece que qualquer autoridade policial que tiver contato com o investigado deve proceder à imediata captura e encaminhá-lo a unidade prisional compatível, colocando-o à disposição do juízo responsável. O texto também determina que o detido permaneça separado dos demais presos, conforme previsto na legislação aplicável.

Além disso, o mandado orienta que, ao término das 30 dias de prisão temporária, caso não haja nova decisão judicial determinando sua permanência, o investigado deve ser liberado — exceto se houver ordem de prisão preventiva ou outra decisão em sentido contrário.

Defesa havia afirmado que não existia ordem de prisão

A publicação da ordem de prisão temporária entra em conflito direto com a nota de esclarecimento enviada pela defesa, a qual afirmava que “NÃO HÁ qualquer mandado de prisão” contra o investigado. Agora, com o documento oficial expedido pelo Tribunal de Justiça, fica confirmado que a ordem existe, está válida e permanece ativa.

Caso segue em investigação

O mandado foi assinado digitalmente pela magistrada Marisa de Freitas, no dia 18 de outubro de 2025, às 16h49, e segue vigente.

As investigações continuam sob sigilo e são conduzidas pelas autoridades competentes. O Montanha Talks seguirá acompanhando o caso e atualizará as informações conforme novos documentos oficiais forem disponibilizados.

📍 Fonte: Montanha Talks

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