Gravações bombásticas revelam possível esquema de “rachadinha” e ameaças em Pontal do Paraná

Na noite da última sexta (18), o jornalista Samyr Assad, do Blog do Matraca, divulgou em suas redes uma série de áudios que caíram como uma bomba na política de Pontal do Paraná.

O conteúdo, segundo Samyr, expõe um suposto esquema de rachadinha e uso indevido de diárias da Câmara Municipal para fins eleitorais, além de conter ameaças diretas contra o jornalista.

🔊 O conteúdo dos áudios

Os áudios atribuídos a uma conversa entre o vereador Nei da Pesca e seu ex-assessor Bruno revelam detalhes preocupantes. Neles, Ney da Pesca afirma abertamente que “existe um esquema da Câmara”, em que:

Assessores são orientados a fazer viagens para gerar diárias que deviam ser repassados ao vereador.

Parte do salário dos assessores seria repassada aos vereadores.

Haveria a formação de um “caixa” para a campanha de reeleição.

Os valores mensais envolvidos chegariam a R$ 150 mil ao final de 4 anos, que seriam usados para a próxima campanha.

Embora o áudio não tenha sido periciado, o teor da conversa gerou forte repercussão nas redes sociais e nas rodas políticas do litoral paranaense.

⚠️ Ameaças contra o jornalista

Além da denúncia, Samyr Assad relatou ter recebido um áudio com tom ameaçador. No áudio, o vereador teria dito que caso visse Samyr iria meter umas porradas nele.
O repórter considerou a fala uma tentativa clara de intimidação e afirmou que não irá se calar diante de ameaças e em tom jocoso apareceu com luvas de boxe imitando um lutador, que não teria a menor chance de defesa se formos levar em conta oque foi visto na live de ontem, Samyr Assad claramente não sabe dar um soco (tsc).

Vereador Ney da Pesca

🏛️ Câmara em silêncio

Até o momento, nenhum pronunciamento oficial foi feito pela Câmara de Vereadores de Pontal do Paraná. A população, por sua vez, já começa a cobrar explicações e medidas diante da gravidade dos fatos.

🚨 Entenda o que é “rachadinha”

“Rachadinha” é o termo popular para descrever a prática ilegal de parlamentares que exigem parte dos salários de seus assessores. A prática fere os princípios da moralidade e da legalidade na administração pública, podendo configurar crime de peculato e improbidade administrativa.

🔍 E agora?

Caso seja comprovada a veracidade dos áudios, o caso pode desencadear uma série de investigações e até resultar em cassação de mandato, tanto por quebra de decoro parlamentar quanto por crime contra a administração pública.

📣 O Montanha Talks continuará acompanhando o caso.

Estamos atentos às movimentações e esperamos que as autoridades tomem providências rápidas para esclarecer os fatos e proteger a liberdade de imprensa, tão essencial à democracia.

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