O dono da rede, Luciano Hang, usou suas redes sociais para denunciar o ato, que classificou como “mais do que um ataque a um símbolo da marca, mas um ato de intolerância contra a liberdade de pensamento”.
Segundo ele, o episódio se soma a outros já registrados em São Carlos (SP) e Porto Velho (RO). “É a terceira vez que colocam fogo em nossas estátuas. Até hoje, sem solução. Foi um ataque ao que acreditamos: o direito de pensar diferente. Não podemos normalizar esse tipo de ódio”, afirmou.
Detalhes do ataque
Imagens do circuito de segurança da loja mostram dois homens chegando por volta das 2h da manhã, ateando fogo e fugindo em seguida. O Corpo de Bombeiros foi acionado pouco depois das 3h e conseguiu conter as chamas, que se espalharam até um terreno vizinho.
Apenas a base metálica da estátua resistiu. Não houve registro de feridos.
Investigações
A Polícia Civil de Pernambuco abriu inquérito para apurar os crimes de dano e incêndio doloso. Até o momento, os autores não foram identificados.
Em nota oficial, a Havan classificou o caso como “ato criminoso” e afirmou que acompanha as investigações. A empresa garantiu ainda que a fachada será recuperada, mas não há previsão para reconstrução da estátua em Petrolina.
Impacto e posicionamento
Hang destacou que a rede gera 22 mil empregos diretos e 120 mil indiretos em todo o Brasil. “Queremos apenas continuar abrindo lojas, gerando emprego e renda. Nossa estátua já diz tudo: Liberdade. E é por ela que sempre vamos lutar”, declarou.
Ele também pediu ajuda da população para identificar os responsáveis e divulgou o número para denúncias: 0800 517 0051.
- VEJA ABAIXO O VÍDEO DIVULGADO NAS REDES SOCIAIS DE LUCIANO HANG.



